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A cirurgia plástica de otoplastia pode ser a solução para pacientes que sofrem com o incômodo e constrangimento da popularmente conhecida “orelha em abano”. Tal problema costuma ser congênito e de fácil correção, através de uma cirurgia plástica de etapas relativamente simples. Pode ser realizada já nos primeiros meses de vida, ainda que a indicação mais frequente seja aguardar que a criança faça sete anos – momento em que o crescimento das orelhas já está amadurecido.
A técnica mais utilizada na cirurgia de otoplastia é a feita por meio de incisões internas na parte de trás da orelha. A pele é deslocada da cartilagem e reposicionada com o auxílio de pontos internos.
A cirurgia plástica de otoplastia pode ser realizada mediante o uso de anestesia local, local com sedação ou geral, conforme o tamanho da cirurgia, as condições clínicas e psicológicas e a idade do paciente. É possível, inclusive, permitir a alta hospitalar algumas horas após a recuperação da anestesia, caso a cirurgia seja em caráter ambulatorial. A otoplastia deixa cicatrizes apenas no sulco atrás da orelha. Como se trata de uma região com pele muito fina, a cicatrização tende a ser melhor.
Geralmente, os pacientes de idade pouco mais avançada preferem corrigir qualquer posicionamento das orelhas em associação a uma cirurgia de rejuvenescimento facial, a fim de melhorar ainda mais o resultado estético.
Quando removido o curativo, já é possível visualizar em média 80% do resultado. Mas, a avaliacao do resultado definitivo só deverá ser feita após 3 meses.
Após o procedimento, é comum que o paciente fique com a cabeça toda enfaixada, tendo portanto apenas o rosto livre. No dia seguinte já é possível a remoção de todos os curativos, tomar banho e lavar a cabeça. O único cuidado especial é usar uma faixa, tipo a de tenistas ou bailarinas, na hora de dormir durante trinta dias. A faixa tem como objetivo evitar que a orelha se dobre no contato com o travesseiro.A cirurgia plástica de otoplastia é consideravelmente simples e de fácil recuperação.
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